Lancei uma página que debuga você (Dev Shrine Page)
Fiz um experimento estranho.
Não é uma landing page.
Não é exatamente um jogo.
Não é só um site “bonitinho com animação”.
É uma single page feita pra dev que gosta de:
- Abrir DevTools,
- Ler código,
- Caçar
data-*suspeito, - E achar errado quando a página parece saber demais.
Eu chamei de Dev Shrine Page.
O que é isso?
É uma página estática (HTML + CSS + JS vanilla) massivamente gerada por IA (Não se engane, deu muito trabalho) que:
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Começa parecendo só uma UI bonitinha com umas frases para dev.
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Mas, conforme você interage:
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Vai destravando quests,
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Vai ativando modos (caçador, “RX”, etc),
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Vai descobrindo que a página:
- lembra de outras visitas,
- reage ao jeito que você usa o console,
- tem opinião sobre você enquanto dev.
-
Nada de backend, nada de API externa.
Só front-end sendo passivo-agressivo.
Para quem é?
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Devs que já abriram o DevTools “só pra ver o que tem”.
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Gente que curte ARGs / mistério / easter egg.
-
Youtubers de tecnologia que gostam de:
- Pausar a tela,
- Ler logs,
- Explorar por 20–40 minutos um único projeto.
Se você só quer “entrar, ver rapidinho e ir embora”, a página funciona.
Mas, honestamente, ela foi feita pra quem fica, insiste e começa a desconfiar de tudo.
Coisas que existem lá dentro (sem spoilers)
Algumas camadas que você pode encontrar se fuçar:
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Quests visíveis
Uma lista de “tarefas” na própria UI, com hints e progresso salvo emlocalStorage. -
Quests ocultas
Coisas que só disparam com certos comportamentos.
Não aparecem na interface. Só quem é teimoso descobre que existem. -
Modo caçador
Um toggle que começa simples, mas vai ganhando HUD, radar, sensor de proximidade…
Conforme você ativa, a página começa a apontar para os segredos. -
Modo “RX” da página
Um atalho de teclado (não vou dizer qual) que acende uma camada “raio X” do layout.
É o tipo de coisa que dá vontade de pausar o vídeo e ler tudo. -
Final(es) de “ascensão”
Se você avançar o suficiente, a página tenta te dar um “final” — que obviamente não é o fim. -
Ecos de sessões passadas
A página lembra como você interagiu.
Em outros momentos, pequenos “fantasmas” aparecem clicando em lugares que você sabe que não clicou agora. -
Uma entidade que te analisa como dev
Em algum ponto, você pode chamar algo que basicamente olha:- quantas quests você fez,
- como você usa mouse/teclado,
- se abre DevTools,
- se volta de madrugada,
- e cospe um mini “perfil psicológico de dev shrine”.
-
Um certo… evento de boss
Só faz sentido pra quem já fuçou metade da página.
Envolve juntar vários sistemas que você achou que eram independentes.
Tudo isso fica no front-end, e o “servidor” não sabe de nada.
A sensação de “a página sabe demais” é construída 100% em cima do que o próprio navegador guarda e observa.
Como jogar sem estragar a graça
Se quiser aproveitar ao máximo, eu sugiro:
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Primeira visita
- Abre a página.
- Finge que é só um site normal.
- Clica nos botões óbvios, lê os textos, sente o clima.
-
Segunda visita
- Agora sim, abre o DevTools.
- Olha o console.
- Lê os
data-*. - Procura funções globais meio suspeitas.
- Repara em coisas que mudam entre uma visita e outra.
-
Terceira visita (modo “engenheiro”)
- Começa a ler o JS.
- Dá uma olhada em
localStorage. - Caça scripts que parecem estar “um nível acima” da interface.
Se você for gravar vídeo, dá pra fazer exatamente essas 3 fases em episódios diferentes.
Coisas que não vou te dizer
Pra manter o jogo justo, eu não vou responder:
- Qual é o atalho de teclado do modo “RX”.
- Quais comandos globais existem.
- Como ativar o boss.
- Como chegar na(s) ascensão(ões).
- Quantas quests ocultas existem.
Todas as respostas estão:
- No código,
- Nos logs,
- Nos
localStorage, - Ou escondidas de forma maldosa na própria UI.
Tecnicamente falando
Pra quem quiser só brincar:
- Basta abrir o
index.htmlno navegador.
Pra quem quiser fuçar como dev:
- Não tem build: é só HTML + CSS + JS.
- Não tem dependência externa.
- Tudo roda 100% local.
Onde acessar
https://dev-shrine-page.vercel.app/
GitHub
Se você for postar conteúdo sobre
Se você gravar vídeo / live / thread:
- Marca que é um “site que debuga você”.
- Tenta não abrir o código de cara — a graça é ir desconfiando aos poucos.
- Se for mostrar código, legal também: a página foi pensada pra aguentar “code review ao vivo”.
E se encontrar algo muito absurdo,
aí sim eu quero ver sua reação.