Boa! Para contar as tentativas feitas pelo próprio Nginx, esse caminho é mais direto. Minha resposta anterior ficou ampla demais: com $upstream_addr e $upstream_status registrados no access log, dá para observar essas tentativas sem alterar a aplicação.
A correlação por ID fica útil quando precisamos relacionar essas informações com os registros da aplicação ou com outras chamadas do cliente. Valeu por indicar as variáveis — deixou o exemplo bem mais concreto!