Sim, eu guardaria como uma pequena suíte de regressão do revisor. Cada caso teria o snapshot do código antes da correção, o diff avaliado, o defeito esperado e sua gravidade. A correção e o gabarito ficariam só com quem avalia, fora do contexto entregue à IA. Também manteria casos sem defeito conhecido para acompanhar os alarmes falsos.
Junto de cada rodada, registraria modelo/versão disponível, prompt, instruções do projeto, arquivos fornecidos e ferramentas habilitadas. Mudou qualquer parte relevante desse conjunto, rodaria de novo os mesmos casos e compararia omissões, achados corretos e tempo de triagem. Nos casos críticos, repetiria a execução para observar a variação, sem exigir que o comentário saia com as mesmas palavras.
E reservaria alguns casos fora do ciclo de ajuste do prompt, para não acabar otimizando o revisor só para a lista conhecida. Sua observação completa bem o roteiro: o resultado precisa ficar ligado à configuração que foi avaliada.