Boa distinção. Eu só acrescentaria que a ausência também vira custo coletivo quando bloqueia fila, contexto e decisão sem aparecer no radar.
O excesso ruim é mais visível porque chega como diff, revisão e retrabalho. O silêncio ruim é mais perigoso porque parece que nada está acontecendo, até alguém descobrir que uma dependência inteira ficou parada.
Eu separaria os dois como custos diferentes: custo de ruído e custo de silêncio. Um sobrecarrega o time; o outro apaga o sinal que o time precisava para agir.