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Obrigado, Oletros. É exatamente essa distinção que eu quis marcar: a interface pode até ser conversacional, mas a governança não pode depender da sensação de que existe um “colega” ali. Fluência não é compreensão do contexto, e velocidade não é evidência de correção. Por isso prefiro tratar o agente como ferramenta auditável: escopo explícito, logs, testes, limites e um humano responsável pelo resultado. Abraço!

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