Acho que essa análise levanta pontos bem válidos, principalmente sobre o risco de virar algo genérico ou de prometer uma “validação automática” que na prática não existe. Concordo bastante com a ideia de que validação real acontece quando alguém paga ou usa, e que IA sozinha, sem contexto, tende a gerar respostas superficiais.
Dito isso, acho que talvez o que estamos construindo não se encaixa exatamente nesse modelo mais comum. A proposta não é simplesmente pegar dados públicos e gerar um relatório com IA. Existe uma estrutura por trás que combina dados externos com inputs obrigatórios do usuário e regras de coerência que tentam forçar uma análise mais consistente.
Por exemplo, a ideia não é a IA “opinar” livremente, mas trabalhar dentro de uma lógica onde fatores como ticket médio, poder de compra, tipo de consumo e localização precisam fazer sentido juntos. Quando não fazem, o sistema penaliza ou ajusta o resultado. Então o foco acaba sendo mais em reduzir inconsistências e riscos do que em dar uma resposta definitiva.
Mas eu concordo que ainda existe o desafio de evitar cair no genérico e de realmente entregar algo que ajude na decisão, não só na análise. E também faz sentido o ponto sobre nicho e dados próprios. Isso provavelmente vai ser cada vez mais importante conforme o projeto evolui.
No fundo, eu vejo essa crítica mais como um boa alerta do que como uma invalidação da ideia. Ajuda a manter o pé no chão e a ajustar o posicionamento para não prometer mais do que o produto realmente pode entregar.