O único que eu não assisti ainda é o Privacidade Hackeada, mas parece ser muito bom.
O filme a Rede Social é um dos meus favoritos e com certeza toda vez que eu assisto eu fico com vontade de criar o novo Facebook kkkkkkkk
Porém vale ressaltar que o filme contém muitas alterações a favor da dramaturgia do filme.
Alguns exemplos interessantes do que é falso no filme:
- A motivação: Erica Albright e o desejo de entrar em clubes
No filme, Mark cria o Facebook porque foi rejeitado por uma namorada (Erica Albright) e quer subir na hierarquia social de Harvard para impressionar as pessoas.
A Realidade: Erica Albright sequer existiu. Mark já namorava Priscilla Chan (sua atual esposa) na época em que o site foi criado. Além disso, Mark sempre afirmou que seu interesse era puramente construir coisas e conectar pessoas, não entrar para os clubes de elite de Harvard.
- A personalidade de Mark Zuckerberg
Jesse Eisenberg interpreta um Zuckerberg frio, socialmente desajeitado e arrogante.
A Realidade: Amigos próximos e colegas de Mark na época dizem que, embora ele fosse focado e pudesse ser reservado, ele não era a figura robótica e "cruel" mostrada no filme. O Zuckerberg real era muito mais amigável e menos "vingativo" do que a versão do filme.
- O Facemash e o blog
No filme, Mark escreve posts ofensivos no LiveJournal sobre o tamanho do sutiã de uma ex-namorada enquanto cria o Facemash.
A Realidade: Mark realmente criou o Facemash e escreveu em um blog sobre o processo, mas como a namorada era fictícia, as ofensas pessoais também foram invenções para o roteiro. O incidente do Facemash durou apenas um final de semana antes de ser tirado do ar pela faculdade.
- A relação com Eduardo Saverin
O filme foca na traição dramática de Mark contra seu melhor amigo e cofundador, Eduardo Saverin.
A Realidade: Embora a diluição das ações de Saverin tenha realmente acontecido e levado a um processo judicial, o filme omite que Eduardo também cometeu erros, como congelar a conta bancária da empresa em um momento crítico e focar em outros projetos em Nova York enquanto o Facebook crescia na Califórnia. A relação era mais complexa e menos "vítima vs. vilão".
- Sean Parker e a festa com cocaína
A cena em que Sean Parker (Justin Timberlake) é preso em uma festa com drogas, o que leva ao seu afastamento do Facebook, é um dos pontos altos do filme.
A Realidade: Sean Parker descreveu essa cena como "completa ficção". Embora ele tenha saído da presidência do Facebook após um incidente envolvendo suspeita de posse de drogas em uma festa na Carolina do Norte, ele nunca foi preso ou condenado, e o evento não foi o "escândalo cinematográfico" retratado.
Ainda assim não deixa de ser um grande filme, é bem inspirador pra mim.
Se quiser ver uma versão um pouco mais real da história, Eduardo Saverin ajudou na criação do livro que serviu como base para o filme: Bilionário Por Acaso - A Criação Do Facebook.