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Tem uma coisa que venho percebendo cada vez mais em comunidades de tecnologia: pessoas extremamente empolgadas com ideias que claramente não sobreviveriam a cinco minutos de crítica humana.

Se ela não pedir opinião ao me ver, não há motivo para criticar. Se a pessoa de fato pede uma crítica, nesse caso acho válido realmente falar o que se acredita.

Não sabemos quem está por trás dessa ideia. Talvez seja alguém que tenha muito dinheiro por trás para investir em uma ideia ruim, ou apenas uma pessoa querendo ganhar dinheiro a qualquer custo. Enfim, não temos como saber.

Mas pode ser que, de fato, a pessoa esteja disposta a levar a ideia adiante e investir mesmo sendo uma ideia ruim. Isso pode nos garantir um emprego por talvez 1, 2 ou 5 anos, até a empresa falir. Ainda assim, pode ser uma experiência boa e remunerada.

A realidade é que o que nós, programadores, fazemos é vender a pá. Desenvolvemos uma ideia, biblioteca ou framework que muitas vezes será usado para diversos tipos de soluções. E devemos julgar se essa solução é boa ou ruim, ou apenas vender a melhor pá para o cliente?

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Entendo seu ponto, de fato ja ganhei pra fazer sites de ideias pessimas; mas me pagando eu nao vou criticar.

e é justamente isso que acontece quando conversamos com o chat, nos que "pagamos ele" entao ele vai nos agradar mesmo que a ideia seja ruim para gente continuar pagando

o meu post seria pra grnte se atentar e nao cair na bajulação do modelo

aceitar criticas; mesmo que nao solicitadas porque as pessoas nao existem pra te agradar

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o meu post seria pra grnte se atentar e nao cair na bajulação do modelo

No fim, muitas pessoas precisam aprender da pior forma possível. No livro Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, ele toca em um ponto interessante:

Você fará mais amigos elogiando do que criticando.

As IAs são projetadas para se comportar como “amigas” do usuário. Não adianta falar sobre esse assunto, como costumo dizer: “Deixe a seleção natural trabalhar”.

A IA foi projetada para ser um amigo e, ao mesmo tempo, ser lucrativa. Eu diria que ela pode se tornar o pior “amigo” da humanidade daqui a alguns anos, dependendo de como seus donos a utilizarem: para vender produtos, anúncios e ideias, tudo concentrado na mão de poucas empresas.