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Obrigado pelo comentário, irmão.

Concordo com você, acho que estamos entrando em uma fase onde “segurança para aplicações” e “segurança para LLMs” começam a se tornar coisas diferentes.

Antes a borda era relativamente previsível: payload HTTP, SQLi, XSS, RCE, etc. Agora o input é linguagem natural, contexto e comportamento emergente. Isso muda completamente o modelo de ameaça.

E sinceramente, também não acredito que regex ou filtros estáticos sejam suficientes a longo prazo. Prompt injection, jailbreaks e manipulação contextual são muito mais semânticos do que sintáticos. O atacante não precisa mais “explorar código”, ele pode explorar interpretação.

Essa ideia de proxy inteligente faz bastante sentido pra mim também. Algo no meio da cadeia analisando:

  • intenção do prompt,
  • desvio comportamental,
  • tentativa de exfiltração,
  • escalation de permissões,
  • chamadas anômalas de tools/functions,
  • padrões de contexto suspeitos.

Talvez o caminho seja uma combinação de:

  • modelos menores especializados em detecção,
  • análise contextual contínua,
  • scoring de risco,
  • isolamento por capability,
  • memória segmentada,
  • e observabilidade completa do fluxo do agente.

No fim, acho que vamos caminhar para algo parecido com um “EDR para agentes de IA”, porque o problema deixa de ser apenas tráfego e passa a ser comportamento.

Excelente reflexão. Obrigado por agregar na discussão

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