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Descobri a metaprogramação no Vibe Coding 😂

Sempre fui o tipo de programador que usa o ChatGPT em 80% do tempo. Eu via essa onda de Lovable, Cursor e a seção Build do Google AI Studio, mas confesso que nunca gostei de usar IA direto na IDE. Meu medo? Você perde o contexto na cabeça, deixa a IA cuidar de tudo e, quando dá o problema inevitável (porque código sempre dá problema), você tem que estudar o que foi feito de qualquer forma.

Aí surgiu o Antigravity, (confesso que só tive vontade pq é da google, afinal ela tem muita grana para deixar um free tier generoso kkk). E descobri o padrão de agentes que é aberto e igual do claude code. agentskills.io

Nova onda de 2026?

Eu vi esse vídeo no YouTube onde a pessoa mostrava uma skill que não era para codar! Ele tinha migrado uma automação do n8n para uma skill (essa do vídeo) para gerar imagens com a api do Gemini.

A skill que essa pessoa tinha feito, tinha dentro dela todo o brand, tema, identidade visual, mood da marca que ele queria. Era um engessamento proposital pelo visto da skill com esse branding.

Então pensei:

E se eu tiver uma skill que posso gerar imagens para quando eu estiver codando algum site meu, eu posso gerar as minhas ilustrações? Eu posso programaticamente criar skills? Eu não sou designer e muito menos ilustrador.

Em vez de dizer para a IA "use azul e fonte tal", eu queria uma skill que:

  1. Escaneasse meu index.html ou tailwind.config.js.
  2. Descobrisse sozinha a paleta de cores, a tipografia e o "mood" do projeto. (ou quem estivesse chamando poderia passar essas informações todas também)
  3. Gerasse a imagem já com o aspect ratio e a composição certa para o meu layout (identidade visual, mood, contexto, espaço negativo pro texto, etc).

Basicamente, acabei transformando em um "Lovable pessoal"?

A Metaprogramação (Skills criando Skills e revisando Skills)

Escrever o arquivo SKILL.md e os scripts de apoio dá trabalho. E foi onde a "metaprogramação de vibe coding" apareceu 😂 por pura preguiça de fazer o óbvio e vontade de fazer o desconhecido:

  1. Skill Creator: Em vez de escrever o setup de cada nova ideia, eu criei uma skill cujo único propósito é entrevistar o usuário (ou o usuário já manda tudo oque precisa no primeiro momento) e estruturar a skill.
  2. Skill Reviewer: Para garantir que eu não estava fazendo bobagem, criei outra skill alimentada pela especificação oficial (agentskills.io). Ela revisa tudo o que o Creator faz.

Foi muito bom ver a Reviewer revisando ela mesma e o cridor.

Espero que isso abra a cabeça de outras pessoas como abriu a minha hoje. Como comentei não fico buscando muito soluções de IA, tento manter tudo simples para o contexto do projeto que trabalho como um todo estar na cabeca. Mas coisas assim são sempre legais e é o que faz a programação para mim ser divertida as vezes.

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Bom saber disso ai. Eu to tocando um projeto particular, e ainda uso apenas IDE com autocomplete (muitos plugins e teclando TAB a rodo) e vez ou outra pedindo pra gerar código bem específico. Ainda não estou usando as ferramentas CLI e agentes. Comecei essa semana a estudá-las pra incorporar no projeto.

A coisa tá bem surpreendente, evoluiu muito nos últimos meses, porque lembro que até o meio do ano passado muita gente falava muito mal; diziam que ainda era bem frustrante. Mas parece que mudou tudo agora no final de 2025 com Claude Code e algumas outras ferramentas CLI.

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Nas últimas semanas, o que mais me surpreendeu foram os modelos de vídeo. Em código/texto, sinto que houve um certo platô e a evolução tem vindo mais da expansão de domínio com chain of thought, function calling, MCP, agentes e skills.

Usei o Antigravity primeiro para gerar uma apresentação técnica em Markdown e depois em um freela com um site médio a grande feito só em HTML, CSS e JS, onde a manutenção era cansativa. Nesse caso, o autocomplete ajudou bastante.

Ainda estou seguro em não confiar na IA para código (ou ao menos não checar minuciosamente), até conheço gente muito inteligente que quando vou fazer algo junto dá para ver que tal parte foi com IA.