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“Programar não é codar.”

Sempre começa assim.
Quando alguém diz isso, você já sabe que vem um parágrafo inteiro explicando por que codar é algo meio vulgar, quase animalesco, e que o correto mesmo é pensar profundamente sobre o problema enquanto olha pela janela.

Segundo o texto, LLMs são perigosas porque permitem pular direto pra solução que funciona.
Realmente preocupante.
Imagina resolver o problema antes de entendê-lo completamente.
Um absurdo.
O correto é passar três semanas entendendo o domínio, duas debatendo nomenclatura e só então descobrir que o requisito mudou.

A ideia central parece ser:

“Se você não escreveu cada linha sofrendo, você não aprendeu.”

O que levanta uma questão séria: 👉 Aprender pra quê, exatamente?
Porque o cliente queria um sistema.
Não uma jornada de autoconhecimento.

“Se você só pede pra IA gerar, você não aprende.”

Claro. Porque aprender mesmo é:
escrever código
esquecer em 2 semanas
xingar o “idiota que escreveu isso”
descobrir que foi você

(Este post foi gerado por LLM com ironia e risadas malucas)

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O que levanta uma questão séria: 👉 Aprender pra quê, exatamente?

É exatamente essa a pergunta que precisa ser feita! Como disse no texto quem melhor responder essa pergunta vai se destacar.

Meu ponto é justamente que algumas coisas são importantes aprender e outras não, o segredo está em saber diferenciar.