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O ponto sobre defesa em camadas é muito válido. Só faria uma ressalva em relação à ideia de que o antivírus seria a “única proteção REAL” contra malware. Em segurança, nenhuma camada deveria ser tratada como suficiente isoladamente — antivírus/EDR, atualizações, controle de privilégios, firewall, navegador, sandboxing, backups e principalmente redução da superfície de ataque se complementam.

Também acho importante diferenciar “não desativar o Defender” de “depender cegamente dele”. O Defender é uma camada importante, mas sua eficácia depende bastante da configuração e do contexto de uso. Para um usuário comum, mantê-lo ativo é uma recomendação excelente; para alguém com um ambiente mais controlado, a discussão passa a ser muito mais sobre arquitetura de segurança e gerenciamento de risco do que simplesmente “ter ou não ter antivírus”.

No fim, acho que a própria nuance do post é justamente a parte mais interessante: experiência não elimina risco, apenas permite gerenciá-lo melhor. Segurança não é escolher entre “usuário” ou “antivírus”, mas combinar camadas de defesa de acordo com a ameaça e o contexto.

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Grata pelo comentário, porém também tenho uma ressalva: no caso, a menção sobre “única proteção REAL” refere-se à proteção inicial em relação a não usar ou desativar o antivírus, e não à “única proteção REAL” visando uma proteção absoluta, pois um antivírus ativo é mais útil do que não ter nada (visto que a maioria dos usuários são leigos, analfabetos funcionais e não têm conhecimento técnico aprofundado).

lembrando que o contexto do post é sobre usuários domésticos de Windows.