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O Programador Pragmático: como aplico seus conceitos mais de duas décadas depois da primeira leitura

Adendo: em um post passado quando eu usei o termo programador VAGABUNDO eu usei com esse conceito aqui, achei que era de conhecimento de todos essa forma de usar a palavra.

**Mas venho aqui pedir desculpas a quem ficou ofendido, não foi minha intenção. **

Eu li O Programador Pragmático, de Andrew Hunt e David Thomas, há mais de duas décadas.

Na época, muita coisa parecia apenas “boa prática”. Hoje, depois de anos programando, quebrando sistemas, refatorando ideias, criando arquiteturas, automatizando fluxos e tentando transformar código em infraestrutura confiável, eu vejo esse livro de outra forma.

Para mim, ele não é apenas um livro sobre programação.

Ele é um livro sobre postura.

É sobre como um programador pensa quando assume responsabilidade real sobre o que constrói. É sobre parar de tratar código como uma sequência de arquivos e começar a enxergar software como um organismo que precisa ser mantido, observado, corrigido, automatizado e melhorado continuamente.

Depois de mais de 20 anos, eu não uso os conceitos do livro como uma lista de regras. Eu uso como uma lente para resolver problemas.

Como o artigo ficou um pouco longo, quem quiser saber sobre o link é esse:
https://dev.to/fullagenticstack/programador-pragmatico-como-eu-uso-apos-mais-de-2-decadas-de-ter-lido-o-livro-1b2c

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