Quando uma linguagem tem tipos é ótimo pra evitar pegadinhas que as vezes vão além do seu código, imagina você esta consumindo uma api de terceiros e ele simplesmente muda o tipo do lado dele de float para string e você usa esse valor pra uma operação matemática, isso pode causar confusão e bugs inesperados, tipos são muito do que verbosidade ou coisa do tipo, é uma pretensão de contrato definido para um processo. Se você escolhe javascript ou qualquer linguagem com tipagem dinamica ou fracamente tipada, você basicamente está assumindo uma responsabilidade sobre a mutação dos dados e é isso.
Em resposta a TypeScript: ainda vale a pena ou virou cargo cult?
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O exemplo da API de terceiro mudando float para string é um dos mais concretos que existem para justificar tipagem. Você não está protegendo seu código, está protegendo a fronteira entre seu código e um sistema que você não controla. Esse argumento convence muito mais do que o genérico de 'menos bugs'. O ponto que defendo é que esse caso específico, validação de fronteira, resolve melhor com parsing explícito (zod, por exemplo) do que com tipos estáticos sozinhos, porque o TypeScript não valida em runtime. Os dois juntos fazem sentido. Você usa alguma lib de validação de schema junto com TS, ou confia só nos tipos?
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