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Valeu demais pela resposta, ficou mais claro que o post: essa distinção entre "acesso remoto" e "monitoramento da queda do acesso" resolveu exatamente a minha confusão. A parte da timeline (último handshake, último tráfego, estado antes de cair) pra diferenciar internet caiu / MikroTik travou / túnel caiu foi o que mais me agregou e inclusive vou implementar no meu, atualmente tenho o wireguard rodando em uma vps mas tenho usado apenas pra acesso remoto de serviços nos computadores lá de casa e n.

Sobre a queda total do link, fiquei pensando: já considerou um canal fora de banda pros clientes mais críticos, tipo um chip 4G/LTE como link de gerência? Pergunto porque não sei se na prática o custo compensa ou se é overkill pra instalação pequena.

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Valeu demais pelas perguntas e pela contribuição! 👊

E sobre esse ponto da redundância, hoje eu pensaria em Starlink como o plano B mais robusto, principalmente para clientes em locais onde a segunda operadora também não é confiável. A Starlink Mini, por exemplo, tem Ethernet e entrada DC de 12–48 V, então dá para integrar bem em uma estrutura de backup.

Para instalações onde o custo precisa ser menor, eu colocaria 4G/5G com SIM como solução custo-benefício. Aí entra um modem LTE/5G compatível + antena, quando necessário, e o MikroTik fazendo o failover entre o link principal e o link móvel.

Então eu vejo mais ou menos assim:

LINK PRINCIPAL
      │
      ▼
   MikroTik
      │
      ├── Failover ──► 4G/5G + SIM
      │
      └── Failover ──► Starlink

A ideia é justamente evoluir o projeto para que, quando o link principal morrer, o próprio MikroTik consiga continuar conectado ao servidor pela segunda WAN.

Ainda estou evoluindo essa parte, mas acho que esse é o caminho mais interessante: VPN + monitoramento + failover, em vez de simplesmente ter uma VPN para acessar o equipamento.

Obrigado mesmo pelo comentário! Essas perguntas estão ajudando bastante a melhorar o projeto e até a complementar o post. 🚀