Sou professor (dei aula de negócios por muitos anos, hoje ensino inglês) e construo minhas próprias ferramentas, então esse relato me pegou.
O que mais me fez pensar foi a surpresa da coordenação não ter sido a velocidade da correção, e sim o que os dados tornaram visível. Eu construo ferramentas de leitura e áudio para os meus alunos e, lendo o seu post, me dei conta de que ainda aproveito quase nada do que elas poderiam me contar sobre onde os alunos realmente travam. A automação é o que convence a coordenação; o diagnóstico é o que muda a aula — e essa segunda parte, nas minhas ferramentas, eu ainda estou devendo.
Uma pergunta sobre o próximo passo: vocês pretendem guardar o histórico de desempenho por questão? Com dois ou três simulados acumulados, a escola passa a conhecer a dificuldade real de cada questão antes de reaplicá-la — uma versão caseira do que o ENEM faz com a TRI — e aí dá para montar provas com dificuldade controlada e comparar turmas com mais honestidade.