A percepção de que o sistema se assemelha a um VHD (Virtual Hard Disk) onde os dados já vivem compactados está parcialmente correta no que diz respeito à interface de uso, mas difere radicalmente na implementação interna.
- Interface FUSE (Virtual Filesystem): O Crompressor utiliza o kernel do sistema operacional para projetar um ponto de montagem virtual. Para o usuário, ele aparece como uma unidade de disco normal, permitindo abrir arquivos nativamente.
- Acesso Aleatório O(1): Diferente de um arquivo .7z ou .zip, que geralmente exige a descompressão total ou de grandes blocos sequenciais para acessar um arquivo específico, o Crompressor utiliza uma
BlockTable. Isso permite que o sistema localize e descompacte apenas os bytes exatos solicitados pelo software, resultando em latências de acesso aleatório na casa de microssegundos. - Diferença do VHD: Enquanto um VHD armazena blocos brutos de disco, o Crompressor armazena um "mapa de referências". O dado não está apenas "guardado"; ele foi "compilado" contra um dicionário.