Valeu!
No Glide eu mantive booleanos mais convencionais, tipo true e false, em vez de -T e -F. Achei melhor seguir algo mais
familiar para reduzir atrito de leitura, principalmente pensando em projetos maiores e em gente vindo de outras
linguagens.
Sobre IA, concordo em parte. Acho que ela vai facilitar muito portar código, gerar bindings, migrar APIs e adaptar
projetos entre ferramentas. Mas ainda acho que a linguagem importa bastante, porque ela define o modelo mental: como você
trata erro, memória, concorrência, modularização, testes e manutenção.
Então talvez a IA reduza o custo de conversão, mas não elimine a importância de uma linguagem ter uma proposta coesa. No
fim, a lógica continua sendo o centro, mas as ferramentas moldam bastante como essa lógica fica sustentável ao longo do
tempo.