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Claude Mythos encontra novas maneiras de atacar algoritmos de criptografia AES e HAWK

No caso do AES, um dos algoritmos de criptografia mais usados no mundo, o modelo encontrou uma forma de tornar entre 200 e 800 vezes mais rápido um ataque contra uma versão de sete rodadas (AES-128). Já no HAWK, desenvolvido para resistir a ataques de computadores quânticos, foi descoberto uma simetria matemática que permitiu criar um ataque capaz de recuperar uma chave privada do HAWK-256, que levaria cerca de 4 horas para ser realizado em um CPU tradicional de servidores.

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Segundo o GPT:

O resultado tem uma parte real e uma parte de marketing.

No caso do AES, o Claude não quebrou o algoritmo usado na prática. O ataque foi contra uma versão reduzida do AES-128, com 7 rodadas em vez das 10 oficiais. A melhoria de 200 a 800 vezes é tecnicamente relevante, mas o ataque ainda exige recursos absurdamente inviáveis. Portanto, é um avanço acadêmico em criptanálise, não uma ameaça ao AES atual.

No caso do HAWK, o resultado foi mais sério. O Claude encontrou uma fraqueza estrutural que permitiu recuperar uma chave funcional do parâmetro experimental HAWK-256 em poucas horas. Embora os parâmetros maiores não tenham sido quebrados diretamente, a falha reduziu bastante suas estimativas de segurança. A própria equipe do HAWK confirmou o problema e retirou o algoritmo da competição do NIST.

Também é exagerado dizer que “a IA fez tudo sozinha”. O trabalho envolveu ambiente multiagente, ferramentas especializadas, grande poder computacional, cerca de US$ 100 mil em API por resultado e centenas de horas de validação humana.

Resumo: o HAWK sofreu uma descoberta real e importante; o resultado sobre AES é legítimo, mas puramente teórico. Um título mais preciso seria: “Claude encontra falha estrutural no HAWK e melhora ataque acadêmico contra uma versão reduzida do AES”.