Conselho Nacional de Educação quer proibir uso de IA em instituições de ensino na correção de redações e provas dissertativas
Em provas objetivas, a tecnologia poderá apenas apoiar a correção, desde que o resultado seja validado e documentado por uma pessoa. A IA seguirá permitida no planejamento e na organização de aulas, na adaptação de conteúdos, em traduções, transcrições, legendagem e recursos de acessibilidade. As diretrizes valem para todas as fases do ensino e ainda precisam ser homologadas pelo Ministério da Educação.