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Coreia do Sul sofre ataques hackers contra pelo menos sete instituições financeiras, e CrowdStrike aponta indícios de origem chinesa e uso de IA

As invasões ocorreram entre o fim de setembro e o início de outubro. Segundo a empresa, o invasor utilizou modelos como DeepSeek v4.1-flash e Grok 4.6, combinados com uma ferramenta chinesa de código aberto chamada ARTEX, que utiliza agentes de IA para realizar testes de invasão. Durante os ataques, foram expostos dados de clientes, como nomes, telefones e renda anual. Não está claro se houve retiradas de dinheiro.

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