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Crianças e adolescentes do Reino Unido afirmam que Online Safety Act “não fez absolutamente nenhuma diferença” na capacidade deles de acessar conteúdo nocivo na internet

Segundo a comissária da Infância da Inglaterra, Dame Rachel de Souza, mais de um ano após as principais obrigações de proteção infantil da lei entrarem em vigor, a legislação também não ataca suficientemente mecanismos das redes sociais que podem incentivar comportamentos prejudiciais e uso prolongado, como design viciante e feeds algorítmicos.

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