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IA deixa de identificar quase um terço dos cânceres de mama, segundo estudo

O experimento analisou exames de 414 mulheres, com idade média de 55,3 anos. Para que um câncer fosse considerado “detectado”, o sistema precisava tanto classificar a lesão como suspeita quanto localizá-la corretamente.

Ao todo, 127 cânceres, o equivalente a 30,7% dos casos analisados, não foram identificados pelo sistema. Entre os principais fatores associados às falhas estão a presença de mamas densas e tumores pequenos, especialmente aqueles com 2 cm ou menos.

Como possível forma de contornar o problema, radiologistas avaliaram o uso de um tipo específico de imagem de ressonância magnética chamado DWI, que analisa o movimento da água nos tecidos e não utiliza contraste. Essa técnica conseguiu identificar, em média, 81,5% dos cânceres que haviam passado despercebidos pela IA. A conclusão do estudo sugere que a combinação da triagem baseada em inteligência artificial com a técnica DWI pode melhorar significativamente os resultados.

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