LinkedIn é acusado de rastrear mais de 6 mil extensões em navegadores dos usuários
Um relatório aponta que o LinkedIn estaria utilizando scripts ocultos em JavaScript em seu site para verificar a presença de até 6.236 extensões instaladas nos navegadores dos usuários. De acordo com o documento, parte dessas extensões é utilizada por equipes de vendas e marketing que competem diretamente com produtos da própria plataforma.
A suspeita é de que a prática teria como objetivo identificar quantos usuários ou empresas utilizam serviços concorrentes, alguns dos quais poderiam violar as regras do LinkedIn. A empresa, no entanto, nega essa finalidade. Segundo o LinkedIn, a detecção tem como foco identificar extensões que coletam dados sem o consentimento dos usuários ou que infringem seus Termos de Serviço.
A companhia afirma ainda que esse processo é visível no console de desenvolvedor do Chrome e faz parte de medidas para fortalecer as defesas técnicas da plataforma, não sendo utilizado para inferir informações sensíveis sobre os membros. O LinkedIn também destaca que as alegações partiram de um indivíduo cuja conta foi banida por realizar coleta automatizada de dados na rede.