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Neurocientistas criam “decodificador de humor” capaz de medir sintomas de depressão

Ao implantar eletrodos nos cérebros de cinco voluntários, a equipe conseguiu entender como os padrões de atividade cerebral diferem em quadros de depressão e quais tipos de estimulação profunda – nível, frequência e localização no cérebro – podem levar a uma melhoria nos sintomas.

Esse tipo de tratamento, em que um eletrodos são inseridos profundamente no cérebro para fornecer pulsos de eletricidade a regiões específicas, já provou ser eficaz em doenças como Parkinson. Porém, quando se trata de depressão, a situação é mais complicada – em partes, porque ainda não entendemos completamente como ela afeta o cérebro.

Os cientistas esperam que as informações coletadas neste primeiro ensaio clínico ajudem a esclarecer esses pontos, criando novas possibilidades de tratamento para pacientes com quadros graves de depressão, que não respondem a medicamentos tradicionais.

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