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Novas técnicas de aprendizado de máquina estão transformando a maneira como estudamos o Sistema Solar

No último encontro da União Geofísica Americana, cientistas planetários e astrônomos discutiram sobre como as IAs estão contribuindo com estudos, pesquisas e planejamentos de futuras missões espaciais.

Uma grande vantagem desses sistemas – além da não-exigência de suporte à vida – é a velocidade, visto que humanos podem levar décadas para processar todos os dados necessários para concluir determinadas tarefas astronômicas.

Como exemplo, o novo algoritmo desenvolvido por Nils Prieur, cientista planetário da Universidade de Stanford, consegue detectar pedras em toda a Lua em apenas 30 minutos – algo muito importante para a segurança de futuros pousos no satélite.

Incorporar inteligência artificial em futuras missões como parte da equipe também permitiria responder a perigos em tempo real ou até mesmo pousar espaçonaves de forma autônoma. Isso torna-se crucial conforme as missões se afastam da Terra e os atrasos na comunicação inviabilizam as operações.

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