Novo artigo revisado por pares questiona alegações da Microsoft sobre chip quântico Majorana 1
Segundo o físico Henry Legg, da Universidade de St Andrews, a empresa ainda não comprovou de forma conclusiva a existência de um qubit topológico funcional no chip, afirmando que os sinais atribuídos a partículas de Majorana podem ser explicados por pontos quânticos, que não teriam o mesmo potencial para qubits mais estáveis, e que o Majorana 2 repete os mesmos problemas. A Microsoft contesta, dizendo que a análise não explica todos os dados disponíveis.