De modo geral, não sei. Mas pra começar, ter um limite de pessoas que um óculos poderia reconhecer, por pessoa, justamente para ser algo com uso ético com as pessoas afetadas pelo condição.
O óculos/pessoa cadastrar a mãe, o pai, o irmão no banco de dados dele, se o óculos reconhecer um desses, apontar quem é e pronto. Se não reconhecer, informa como desconhecido.
Com certeza o pai, a mãe e o irmão topariam estar no BD desse usuário. Pelo menos o óculos não reconheceria qualquer um para qualquer pessoa e acho que já é um começo.
Claro que essas informações iriam alimentar um banco de dados gigante com dados de todos os usuários, mas aí já é algo pra resolver a parte.
Lembrando que hoje já se tem bancos de dados enormes de usuários para reconhecimento facial e esse tipo de tecnologia já é usado no Brasil. Gosto dessa reportagem sobre o tema que mostra inclusive os problemas apresentados:
https://super.abril.com.br/tecnologia/como-funciona-o-reconhecimento-facial-e-quais-os-dilemas-por-tras-dele/