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Óculos Ray-Ban da Meta podem ganhar reconhecimento facial com IA

O recurso, de codinome “NameTag”, consegue alertar o usuário ao identificar rostos familiares em uma multidão. A novidade levanta preocupações sobre privacidade. A empresa, por sua vez, afirma que ainda não há uma decisão final sobre o lançamento e que, se avançar, fará isso com transparência e sem criar um banco de dados facial central.

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Opa! Estava pensando justamente nisso quando estava lendo sobre prosopagnosia (cegeueira facial). Seria excelente para pessoas com essa condição, um óculos que pudesse reconhecer as pessoas e alertar através de fone de ouvido. Essa condição não é tão rara assim (1 a cada 50 pessoas sofrem de cegueira facial).

Ajustando a questão de privacidade, direitos e alertando também sobre as condições de uso, acho que seria uma revolução na vida dessas pessoas.

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De modo geral, não sei. Mas pra começar, ter um limite de pessoas que um óculos poderia reconhecer, por pessoa, justamente para ser algo com uso ético com as pessoas afetadas pelo condição.

O óculos/pessoa cadastrar a mãe, o pai, o irmão no banco de dados dele, se o óculos reconhecer um desses, apontar quem é e pronto. Se não reconhecer, informa como desconhecido.

Com certeza o pai, a mãe e o irmão topariam estar no BD desse usuário. Pelo menos o óculos não reconheceria qualquer um para qualquer pessoa e acho que já é um começo.

Claro que essas informações iriam alimentar um banco de dados gigante com dados de todos os usuários, mas aí já é algo pra resolver a parte.

Lembrando que hoje já se tem bancos de dados enormes de usuários para reconhecimento facial e esse tipo de tecnologia já é usado no Brasil. Gosto dessa reportagem sobre o tema que mostra inclusive os problemas apresentados:
https://super.abril.com.br/tecnologia/como-funciona-o-reconhecimento-facial-e-quais-os-dilemas-por-tras-dele/