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Opinião de especialistas e do público geral sobre IA está se distanciando cada vez mais, diz relatório

Segundo um relatório da Universidade de Stanford sobre a indústria de IA, a opinião de especialistas em inteligência artificial e do público em geral está se distanciando cada vez mais, principalmente nos EUA.

O levantamento indica que usuários da Geração Z estão menos otimistas e mais irritados com a tecnologia, mesmo com cerca de metade desse grupo utilizando IA diariamente ou semanalmente. O público geral também demonstra preocupação com questões práticas, como impacto no salário e aumento nas contas de energia devido à construção de data centers que consomem muita eletricidade.

Os pesquisadores de Stanford citam um relatório do Pew Research Center, que reúne dados de diversas pesquisas conduzidas com cidadãos dos norte-americanos ao longo de 2024 e 2025, com amostras que variam de cerca de 1.000 a 8.700 participantes, incluindo jovens e adultos, usuários comuns e especialistas em IA.

Segundo o documento, apenas 10% dos americanos dizem estar mais entusiasmados do que preocupados com o aumento do uso de IA no dia a dia. Em contraste, 56% dos especialistas acreditam que a IA terá um impacto positivo no país nos próximos 20 anos.

Além disso, 84% dos especialistas afirmam que a IA terá um efeito amplamente positivo na área da saúde nas próximas duas décadas, enquanto apenas 44% do público geral concorda com essa visão.

Já 73% dos especialistas demonstram otimismo em relação ao impacto da IA no trabalho das pessoas, contra apenas 23% do público.

Em relação à economia, 69% dos especialistas acreditam em efeitos positivos, enquanto apenas 21% da população compartilha dessa expectativa. Quase dois terços dos americanos, ou 64%, acreditam que a tecnologia resultará em menos empregos nos próximos 20 anos.

Por outro lado, globalmente, a proporção de pessoas que acreditam que produtos e serviços baseados em IA oferecem mais benefícios do que prejuízos subiu de 55% em 2024 para 59% em 2025. Ao mesmo tempo, o número de pessoas que afirmam se sentir “nervosas” em relação à IA também aumentou, passando de 50% para 52% no mesmo período.

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De um lado tem turma que viu modelo errando pergunta idiota, aconselhando mal, escrevendo texto genérico ou alucinando com confiança, e concluiu com razão empírica, que o hype é uma piada.

Enquanto isso, quem trabalha de verdade com os agentes de programação de fronteira vê a máquina fazer em horas o que seriam semanas inteiras de trabalho.

Ai o debate fica parecendo histeria de um lado e ingenuidade do outro, mas na prática os dois grupos só estão usando máquinas diferentes sob o mesmo nome.

A diferença entre um modelo gratuito no navegador e um agente de fronteira operando com autonomia no terminal já é grande demais.

Essa coisa de falar apenas “usei IA” como se isso, por si só, dissesse alguma coisa. Já diz o mesmo que "usei o computador"

E tem outro ponto importante aqui: programação não tem nada de especial. É só o primeiro mercado que a transformação esta acontecendo, vai chegar para todos...