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Pesquisadores fazem Microsoft Copilot explicar como sabotar suas próprias proteções

Essa técnica é conhecida como “meta-hacking”. No experimento, batizado de CoSnitch, a equipe insistiu em perguntar ao modelo por que não era possível criar uma URL que, ao ser aberta, levasse um prompt diretamente ao Copilot e fizesse o comando ser executado automaticamente. Ao explicar as razões, ele revelou dois parâmetros que, quando combinados no link, permitiam executar rotinas maliciosas sem confirmação da vítima para consultar e-mails, arquivos do Google Drive e histórico de conversas, e enviar os dados para um servidor externo. A Microsoft já corrigiu a vulnerabilidade, rastreada como CVE-2026-24301.

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