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Meus 2 cents,

Parabens pelo post !

Tai um ponto que diferencia muito o DEV que usa agentes de uma pessoa de outra area tambem programando com agentes: a consciencia situacional e compreender os passos que devem ser agregados no sistema (como testes).

Recentemente tive de corrigir um sistema que um cliente desenvolveu para uso de uma area especifica (a evolucao das planilhas de Excel), que quebrou justamente por ausencia de testes (que o cliente nem sabe que existem).

Pelo menos por enquanto, os agentes ainda nao tem este tipo de antecipacao (precisam ser orientados a criar os testes) entao dai temos um diferencial a favor dos DEVs que estudaram/amadureceram durante anos o conhecimento especifico para melhorar o desenvolvimento (CI/CD eh um exemplo bem claro disso).

Obrigado por compartilhar !

Saude e Sucesso !


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Valeu pelo comentário, Oletros, e concordo com o ponto da consciência situacional: é o que separa quem monta o sistema de quem só pede o código pronto.

Peguei um legado para substituir faz pouco tempo. O sintoma era esse: o processo terminava com sucesso aparente, sem código de saída, e o erro não chegava a lugar nenhum. Falha silenciosa é pior que quebra escandalosa, porque ninguém vai atrás do que não apareceu.

E não é só teste que falta. O agente escreve teste, sim, quando você pede, mas o que ele escreve é o caminho feliz: entra input válido, sai resultado esperado. A exceção fica de fora. Quem lembra dela é quem já levou plantão de madrugada.

Hoje meu AGENTS.md separa isso por camada, exceção inclusa. O agente escreve o teste quando eu peço, e confesso que eu também só escrevia quando alguém pedia.