Em tese sim! O Context7 é usado para consultar documentação atualizada de bibliotecas e frameworks externos. O th0th criei para resolver um problema diferente: dar ao agente de código um conhecimento profundo e específico do seu projeto local.
Ele funciona assim:
- Indexação semântica - Ele indexa todo o seu projeto criando embeddings do código, permitindo busca semântica (não apenas por texto exato, mas por significado).
- Cache em camadas (L1/L2) - O sistema mantém o contexto atualizado via cache, então após a primeira indexação as buscas são muito rápidas.
- Otimização de contexto - O grande ganho é evitar que o agente precise usar ferramentas que leem arquivos inteiros ou varrem todo o projeto. Com o th0th, ele já sabe exatamente qual arquivo, qual linha, qual trecho é relevante para a pergunta. Isso economiza tokens e torna as respostas mais precisas.
- Memória persistente - Ele também armazena decisões arquiteturais, padrões descobertos e preferências do usuário, mantendo contexto entre sessões.
Sobre rodar a cada atualização:
ele não roda automaticamente a cada save. A indexação é feita sob demanda (ou pode ser configurada para reindexar quando necessário). Mas o cache garante que, uma vez indexado, o contexto se mantém eficiente sem precisar reindexar o projeto inteiro a cada mudança.
Resumindo: Context7 = documentação externa atualizada. th0th = conhecimento profundo do seu projeto local.