[PITCH] Íris: como evitamos mensagem duplicada no WhatsApp e IA prometendo o que a empresa não faz
A Íris é o segundo produto que colocamos no ar na Tétria. Ela encontra clientes para pequenos negócios: empresas da região no Google Maps e, num módulo que chamamos de Radar, pedidos na internet de quem procura o que a pessoa vende. A IA escreve a primeira mensagem, a pessoa revisa e manda pelo WhatsApp.
Três problemas deram mais trabalho do que esperávamos:
1. Nunca mandar a mesma mensagem duas vezes
Envio por WhatsApp falha de jeitos estranhos: às vezes a API responde erro e a mensagem saiu, às vezes demora e não se sabe. Reenviar sozinho, nesse caso, pode mandar duas vezes para um cliente que nem conhece a empresa. A regra que adotamos: nada é enviado em duplicado, e o envio incerto não é repetido sozinho. Ele fica marcado como incerto e a pessoa decide.
2. A IA só promete o que está escrito
A primeira mensagem é escrita pela IA com o material que a própria empresa sobe (o que ela vende e como atende). Se o material não fala de um serviço, a mensagem não oferece esse serviço. É mais fácil impor isso no que a IA recebe do que corrigir depois o que ela escreveu.
3. Dados de outras empresas, com LGPD
A Íris guarda dado público de empresa e deixa de fora o contato pessoal do dono. Quem pede para não ser contatado vai para uma lista que bloqueia o envio. E, como várias empresas usam a mesma instalação, cada uma só enxerga os próprios dados: a separação é feita no banco, por organização, e há um teste que chama cada rota da API como se fosse outra empresa.
A pilha: Next.js e TypeScript, PostgreSQL com Drizzle, filas no próprio Postgres, e a coleta do Google Maps pela Apify, na conta do cliente.
Estamos abrindo para 5 empresas fundadoras, que usam de graça até 2028. Se quiser testar ou criticar o fluxo de busca: https://iris.tetriabrasil.com.br