A conta da Inteligência Artificial chegou, e ela veio alta.
Parece que toda semana acordamos com um novo modelo sendo lançado: mais inteligente, mais capaz e, quase sempre, mais caro. Embora a promessa inicial fosse democratizar a tecnologia, o que vemos agora é uma divisão clara no mercado.
De um lado, temos modelos "leves" que custam centavos. Do outro, as novas versões de "raciocínio" (como o GPT 5.2 Pro ou OpenAI o3 pro) que podem custar até 10 vezes mais para rodar.
O motivo é que esses modelos "pensam" antes de responder. Eles gastam computação extra processando lógica interna, verificando fatos e planejando passos antes de entregar uma única palavra.
Isso cria uma armadilha silenciosa.
É fácil se deslumbrar e querer usar a "Ferrari" das IAs para tudo. Mas você realmente precisa de um supercomputador de raciocínio lógico apenas para escrever um e-mail simples ou resumir um texto curto?
A inteligência hoje não está apenas em usar o modelo mais forte, mas em saber escolher o mais eficiente.
Essa decisão impacta diretamente o caixa da empresa, principalmente para quem roda via API . Ferramentas como o llm-price.com já ajudam a comparar esses preços para evitar desperdícios.
Além disso, não é apenas uma questão financeira. Em termos de ESG, modelos mais pesados significam maior consumo energético e uma pegada de carbono elevada . Processar uma resposta com um modelo gigante pode gastar 10x mais energia do que uma versão otimizada.
Quem não fizer essa distinção logo, verá o orçamento (e o impacto ambiental) crescer sem necessidade.
Você costuma testar modelos menores ou vai direto no mais potente?