Você está certo: a mecânica quântica não afirma que o universo 'economiza recursos'. Mas a matemática que usamos para descrevê-la também não afirma que ela é a 'substância' do real – ela é nossa, não do universo. O que o simulador mostra é que, se aplicarmos a metáfora da lazy evaluation como regra de implementação, obtemos complexidade emergente que ninguém programou. Isso não prova que o universo é uma simulação. Mas prova que a ideia é heuristicamente poderosa. E, no limite, é disso que a ciência precisa: novas ferramentas para pensar o impensado.
Respondendo a "Infelizmente você usou uma interpretação "leiga..." dentro da publicação Desenvolvi um universo simulado para provar minha tese
1