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Pitch: FrilaHub — Comecei fazendo uma planilha melhor para minha irmã arquiteta, hoje é um SaaS de gestão para freelancers

A origem

Minha irmã é arquiteta e usava planilhas para controlar os projetos da empresa dela. Nada demais, até que ela me mostrou como aquilo funcionava na prática: uma aba para cada cliente, outra para receitas, outra para gastos, e ela ainda precisava cruzar tudo manualmente para saber se um projeto estava dando lucro ou prejuízo.
Decidi criar algo simples só para ela. Controle de projetos, clientes e um financeiro básico com receitas e gastos por projeto.

O que aconteceu depois

Fui evoluindo aos poucos. Adicionei Kanban, controle de etapas, relatórios operacionais e financeiros. Tudo com vibe coding, no ritmo de “ela pediu isso, vou adicionar”.
Em algum momento mostrei o app para um amigo desenvolvedor. Ele gostou da estrutura e topou entrar no projeto. Aí a coisa ficou mais séria.

O que o FrilaHub tem hoje

O MVP está em fase final e cobre:
∙ Gestão de projetos e clientes com controle de status e etapas
∙ Kanban integrado ao projeto
∙ Financeiro por projeto: receitas, custos e margem de lucro
∙ Gastos da empresa separados dos gastos por projeto
∙ Relatórios operacionais e financeiros
∙ Gestão de membros com permissões granulares — o admin define quais páginas e quais informações cada membro pode acessar

A parte de permissões foi a que mais evoluiu. Começou simples e hoje o admin controla o acesso por página e por bloco de informação dentro de cada página, usando feature flags por usuário.

A stack
∙ Frontend: Next.js
∙ Backend/Banco: Supabase
∙ Pagamentos: Stripe
∙ Extras: um backoffice separado para gestão do próprio aplicativo — monitoramento de contas, controle de planos, operação do SaaS em si

Construir o backoffice foi uma decisão que tomei depois de perceber que operar um SaaS tem uma camada de trabalho completamente separada de construir o produto. São dois produtos na prática.

Como foi desenvolvido

90% com IA. Usei Cursor, GitHub Copilot e Codex. Sou iniciante em programação, então a IA foi menos uma aceleração e mais uma viabilização — sem ela esse projeto não existiria.

O que funcionou: descrever o problema em linguagem natural antes de pedir código. Pedir arquitetura primeiro, discutir as trocas, depois implementar.

O que foi difícil: manter consistência conforme o projeto cresceu. Quando a base de código aumenta, o contexto que a IA precisa para não quebrar o que já existe também aumenta. Aprendi isso na prática várias vezes.

O Supabase ajudou muito nesse ponto — ter o banco, autenticação e storage num lugar só reduziu bastante a superfície de complexidade que a IA precisava gerenciar.

Por que acreditei que valia ir além

Trabalho profissionalmente gerenciando uma ferramenta de gestão de projetos. Isso me deu uma visão do que funciona e do que irrita na prática. A maioria das ferramentas é genérica demais ou complexa demais para quem trabalha sozinho ou em equipes pequenas.

Freelancers precisam responder uma pergunta simples: esse projeto está valendo a pena financeiramente? A maioria das ferramentas não responde isso de forma direta.

Onde está agora

MVP em fase final de testes. Foco inicial em freelancers e pequenas empresas de serviço, especialmente nas áreas criativas onde o controle financeiro por projeto costuma ser negligenciado.

Estou buscando feedback de quem vive esse problema. Se você é freelancer ou gerencia projetos em equipe pequena e quiser testar, comenta aqui ou acessa frilahub.com.

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Como freelancer sempre tive dificuldades em achar uma plataforma simples, só pra gerenciar pequenos projetos que tenho feito.
Parece ajudar bastante

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O objetivo da plataforma é ser algo simples de usar e que facilite a vida dos usuarios no seus dia a dia, espero que goste e estou aberto a sugestões.