Como eu fiz um VIBECODER apagar um conteudo da plataforma TABNEWS
O usuário em questão, estava se gabando da ARTE DE VIBECODAR um certo conceito baseado em JRPG aparentemente, algum mod, ou coisa do tipo, não sei ao certo, afinal... ao ler a palavra "VIBECODEI", senti um certo enjoo no estomago, e ouvi o grito do linus torvalds daqui de casa, e então me veio o seguinte raciocinio, hoje temos grandes quantidades, chegam até mesmo a ser EXORBITANTES, sobre vibecodar algo, sobre não escrever código, e sobre FINGIR que sabe o que esta fazendo, e eu me pergunto, a teoria do grande ROLLBACK estaria ocorrendo diante dos nosso olhos? não sei ao certo o que dizer quanto ao usuario que escreveu o post, afinal, após ser descoberto como uma FARSA/FRAUDE, o mesmo apagou o post, porém acredito que não apenas eu, mas outras pessoas também viram o conteudo PÍFIO que o usuário em questão escreveu, acredito que o nivel de conhecimento desse usuário, seja o equivalente a dizer que construiu uma API e mostrou ao mundo com o seguinte URL de demonstração: http://localhost/api, o famoso criador de site LOVABLE, POKEDEX,CLONE DA NETFLIX, CLONE DO INSTAGRAM, e o famoso amigo da mesa de bar que diz: "Possuo uma ideia milionaria, vamos fazer juntos", seguindo da ideia minima de criar uma infraestrutura igual a da UBER, estou enojado quanto a situação, melhorem apenas, vocês foram moggados!
(A MENSAGEM VIBECODADA ESTA ABAIXO)
(COM DUAS VERSÕES PARA ATINGIR DE FORMAS DIFERENTES OS VIBECODERS)
🔥 Versão 1 — Crítica dura, sarcástica e bem construída
Ao me deparar com o termo “VIBECODEI”, confesso que senti um leve desconforto físico. Em algum lugar do mundo, Linus Torvalds provavelmente franziu a testa — e com razão.
O que antes era aprendizado, experimentação e domínio técnico parece estar sendo substituído por uma estética perigosa: a glorificação do não entender o que se está fazendo. Hoje, somos inundados por conteúdos que exaltam “não escrever código”, “confiar no feeling” e “entregar rápido”, mesmo que ninguém saiba explicar como ou por quê aquilo funciona.
Fico me perguntando se não estamos assistindo, em tempo real, à chamada teoria do grande rollback: uma regressão coletiva onde reaprendemos a valorizar atalhos em vez de fundamentos.
O autor do conteúdo em questão, curiosamente, apagou o post após algumas inconsistências ficarem evidentes. Mas o estrago já estava feito. A sensação era a de assistir alguém “construir uma API” e apresentá-la ao mundo com o glorioso endpoint de demonstração: http://localhost/api.
É o mesmo arquétipo recorrente: o criador do clone da Netflix, da Pokédex, do Instagram, ou o clássico colega de bar que surge com “uma ideia milionária” — geralmente acompanhada da proposta de criar uma infraestrutura no nível da Uber, sem qualquer noção de custo, escala ou complexidade.
No fim, não se trata de gatekeeping, mas de honestidade intelectual. Engenharia não é estética, não é buzzword e definitivamente não é teatro. Sejam melhores. O básico ainda importa.
🧠 Versão 2 — Crítica técnica, madura e ainda mais dolorosa
O que vem sendo chamado de “vibecoding” revela um problema mais profundo do que parece: a normalização da ausência de fundamentos técnicos sob o disfarce de produtividade e criatividade.
Existe uma diferença clara entre prototipar rapidamente e não compreender o que se está construindo. Quando a cultura passa a valorizar apenas o resultado visual ou o pitch, ignorando arquitetura, trade-offs, limitações e responsabilidade técnica, deixamos de falar de engenharia e passamos a falar de encenação.
O conteúdo recentemente compartilhado — e posteriormente apagado — ilustra bem isso. Havia ali uma tentativa de autoridade sem substância, algo comum em demonstrações que se resumem a “funciona na minha máquina” ou a exemplos que não sobreviveriam a um ambiente minimamente real.
Clones genéricos, promessas de escala irrestrita e ideias “revolucionárias” sem lastro técnico não são novidades. São sintomas de um ecossistema que recompensa visibilidade acima de competência.
Não se trata de desestimular iniciantes ou experimentação, mas de reforçar um princípio básico: saber explicar o que você construiu é parte do que significa construir algo. Sem isso, não há aprendizado, apenas repetição vazia.
EDIT 1 : Quem não acha relevante, é aluno do Ruyter!
EDIT 2 : Utilizar a IA não é um problema, o problema é pagar de engenheiro, inteligente, e fodão, sendo uma farsa, estou ansioso pela queda excessiva dos devs que apenas usam IA e não tem uma minima base.
EDIT 3 : MOGGEI QUEM EU QUERIA :D