Executando verificação de segurança...
-15

Como eu fiz um VIBECODER apagar um conteudo da plataforma TABNEWS

O usuário em questão, estava se gabando da ARTE DE VIBECODAR um certo conceito baseado em JRPG aparentemente, algum mod, ou coisa do tipo, não sei ao certo, afinal... ao ler a palavra "VIBECODEI", senti um certo enjoo no estomago, e ouvi o grito do linus torvalds daqui de casa, e então me veio o seguinte raciocinio, hoje temos grandes quantidades, chegam até mesmo a ser EXORBITANTES, sobre vibecodar algo, sobre não escrever código, e sobre FINGIR que sabe o que esta fazendo, e eu me pergunto, a teoria do grande ROLLBACK estaria ocorrendo diante dos nosso olhos? não sei ao certo o que dizer quanto ao usuario que escreveu o post, afinal, após ser descoberto como uma FARSA/FRAUDE, o mesmo apagou o post, porém acredito que não apenas eu, mas outras pessoas também viram o conteudo PÍFIO que o usuário em questão escreveu, acredito que o nivel de conhecimento desse usuário, seja o equivalente a dizer que construiu uma API e mostrou ao mundo com o seguinte URL de demonstração: http://localhost/api, o famoso criador de site LOVABLE, POKEDEX,CLONE DA NETFLIX, CLONE DO INSTAGRAM, e o famoso amigo da mesa de bar que diz: "Possuo uma ideia milionaria, vamos fazer juntos", seguindo da ideia minima de criar uma infraestrutura igual a da UBER, estou enojado quanto a situação, melhorem apenas, vocês foram moggados!

(A MENSAGEM VIBECODADA ESTA ABAIXO)
(COM DUAS VERSÕES PARA ATINGIR DE FORMAS DIFERENTES OS VIBECODERS)


🔥 Versão 1 — Crítica dura, sarcástica e bem construída

Ao me deparar com o termo “VIBECODEI”, confesso que senti um leve desconforto físico. Em algum lugar do mundo, Linus Torvalds provavelmente franziu a testa — e com razão.

O que antes era aprendizado, experimentação e domínio técnico parece estar sendo substituído por uma estética perigosa: a glorificação do não entender o que se está fazendo. Hoje, somos inundados por conteúdos que exaltam “não escrever código”, “confiar no feeling” e “entregar rápido”, mesmo que ninguém saiba explicar como ou por quê aquilo funciona.

Fico me perguntando se não estamos assistindo, em tempo real, à chamada teoria do grande rollback: uma regressão coletiva onde reaprendemos a valorizar atalhos em vez de fundamentos.

O autor do conteúdo em questão, curiosamente, apagou o post após algumas inconsistências ficarem evidentes. Mas o estrago já estava feito. A sensação era a de assistir alguém “construir uma API” e apresentá-la ao mundo com o glorioso endpoint de demonstração: http://localhost/api.

É o mesmo arquétipo recorrente: o criador do clone da Netflix, da Pokédex, do Instagram, ou o clássico colega de bar que surge com “uma ideia milionária” — geralmente acompanhada da proposta de criar uma infraestrutura no nível da Uber, sem qualquer noção de custo, escala ou complexidade.

No fim, não se trata de gatekeeping, mas de honestidade intelectual. Engenharia não é estética, não é buzzword e definitivamente não é teatro. Sejam melhores. O básico ainda importa.


🧠 Versão 2 — Crítica técnica, madura e ainda mais dolorosa

O que vem sendo chamado de “vibecoding” revela um problema mais profundo do que parece: a normalização da ausência de fundamentos técnicos sob o disfarce de produtividade e criatividade.

Existe uma diferença clara entre prototipar rapidamente e não compreender o que se está construindo. Quando a cultura passa a valorizar apenas o resultado visual ou o pitch, ignorando arquitetura, trade-offs, limitações e responsabilidade técnica, deixamos de falar de engenharia e passamos a falar de encenação.

O conteúdo recentemente compartilhado — e posteriormente apagado — ilustra bem isso. Havia ali uma tentativa de autoridade sem substância, algo comum em demonstrações que se resumem a “funciona na minha máquina” ou a exemplos que não sobreviveriam a um ambiente minimamente real.

Clones genéricos, promessas de escala irrestrita e ideias “revolucionárias” sem lastro técnico não são novidades. São sintomas de um ecossistema que recompensa visibilidade acima de competência.

Não se trata de desestimular iniciantes ou experimentação, mas de reforçar um princípio básico: saber explicar o que você construiu é parte do que significa construir algo. Sem isso, não há aprendizado, apenas repetição vazia.

EDIT 1 : Quem não acha relevante, é aluno do Ruyter!

EDIT 2 : Utilizar a IA não é um problema, o problema é pagar de engenheiro, inteligente, e fodão, sendo uma farsa, estou ansioso pela queda excessiva dos devs que apenas usam IA e não tem uma minima base.

EDIT 3 : MOGGEI QUEM EU QUERIA :D

Carregando publicação patrocinada...
3

Não gosta de tal coisa como "Viber code". Não faz sentido para mim, a menos que seja o famoso código throw away. No entanto, não cabe a terceiros forçar pessoas a fazer "A" ou "B". Se eles insistem nisso, deixe. Por que se preocupa com a vida alheia? Se a decisão é errada ou não somente o tempo diz.

O post mencionada o "Linus Torvald" como contra a ideia, mas ele mesmo já usou IA para criar que ele precisava... Isso não faz muito tempo. Só mostra que usou o nome de outra pessoa para validar a sua ideia.


O post seria mais interessante se fosse uma discussão sobre Vibecoder e não critica sobre pessoas que usam. Há milhares de pontos porque usar IA para escrever código para você é HORRÍVEL, especialmente para iniciantes, mas foge do escopo do post.

1

Se o cara tá usando o vibe codding, ou seja lá que outra forma de fazer, tá gerando um resultado bom pra ele, tá pagando as contas dele que mal tem?
Só gera bons resultados, quando QUEBRAR e ele não souber o que fazer, entra em cena, um profissional que realmente sabe o que fazer, o Engenheiro de Software, vai ter capacidade técnica de avaliar, e corrigir ou resolver o problema e vai cobrar um valor que considera justo para isso.
Não consigo compreender porque a batalha, ou qual a razão de somente criticar, sem dar um argumento técnico plausível, se ele fez uma api e tá entregando o teste em localhost/api e pra ele isso tá gerando resultado, ótimo, quando ele perceber que só tem 1 usuário e é ele mesmo, ele vai ter 3 opções, uma é desistir, a outra é entender o que ocorre e crescer na carreira aprendendo, ou por fim contratar um profissional que possa auxilia-lo.
Ficar discutindo se vibe coding é programar ou não, é igual falar sobre politico a é melhor que o b, ou que a cor a é mais bonita que a b. A única maneira que um indivíduo vai aprender, é com os seus próprios erros e acertos, a chamada "escola da vida" vai no seu próprio tempo cobrar cada atalho, cada trapaça, e também vai beneficiar por cada escolha sólida cada aula não compreendida que rendeu outras 3 em pesquisas para entender um fundamento.
Na minha humilde opinião, fazer o usuário se sentir constrangido e/ou remover o post, não o ensinou, não contribuiu com o aprendizado, e o objetivo aqui é compartilhar idéias e criar uma discussão saudável, para o ensinamento mútuo, sim, pois ensinar lhe ensina mais que estudar.

1

A arrogancia desse individuo me deu até ansia, e preocupantemente está cada vez maior na "bolha dev". o colega do post anterior, vulgo "vibecoder", quis compartilhar aqui que estava criando mods em sua comunidade de RPG, e foi detonado pelo nosso grande Alan Turing mestre da engenharia. Não agregou em nada na comunidade, foi apenas ataque gratuito, e ainda fez um post sensacionalista se vangloriando de ter feito um usuário do tab apagar seu post. Dei uma olhadinha rapida no perfil e de cara já percebe-se que o individuo só sabe comentar de como a i.a é a vilâ do mundo, e que ele programa bem melhor.
No fim das contas relendo o texto do individuo, cheguei na conclusão que ele deve ter uns 14 anos... A base está cada vez mais fraca amigos.

1

Ele "vibecodou" a API e você "vibecodou" o post, vocês são tão diferentes assim? Esse pessoal só quer uma ferramenta que resolve um problema específico deles, a vida tem coisa bonita demais pra se preocupar com uma API entre milhões que como você notou, só ele consegue usar

(Jesus Cristo me perdoe e me livra do mal de usar esse termo de novo)

1

Concordo totalmente, “Vibecoding” é só ignorância com branding.
Não entender o que está fazendo, não saber explicar decisões técnicas e ainda querer aplauso não é inovação, é teatro. Funciona até alguém perguntar por quê, como ou em escala, e aí o post some.
Clone genérico, ideia “bilionária”, zero fundamento. Engenharia exige base, não vibe. Quer respeito técnico? Estude. Até lá, é só barulho, e vocês seguem sendo moggados pelo básico.

0
0

Faz todo sentido!
A nova geração de Vibe Coders é basicamente poser de engenharia de software. Não sabem o mínimo de engenharia, não têm uma graduação decente e se apoiam 100% em IA para “desenvolver algo”.
O problema? No primeiro stress test tudo quebra. E, quando quebra, o Vibe Coder não tem a menor capacidade de resolver.
Aí nasce outro post clássico: “como eu desisti do meu SaaS milionário”.
Porque, no fim das contas, o Vibe Coder não é movido por produto, engenharia ou resultado é movido por atenção. Quando é descoberto, como já dito no post… foge para as colinas

0