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Ferramentas de observabilidade no Front End: diferenças cruciais entre o Datadog e o PostHog

“A API do Backend está lenta”, “Não consigo finalizar minha compra”, “Por que o sistema sempre fica lento às 14h da tarde?”

Menina olhando fixamente para um ponto usando as mãos nos olhos pra ver precisamente

Perguntas vagas demais como essas são ótimos exemplos do porquê precisamos saber não só o “que” deu errado, mas “porquê” aconteceu, especialmente no lado da interface, do Front End. Mas como fazer isso exatamente?

É aí que o Monitoramento em si perde força e a Observabilidade entra no jogo, e é sobre isso, especialmente no contexto Front End e suas ferramentas, que eu vou falar com vocês hoje!

Bom, observabilidade se refere a uma investigação estruturada (com método) sobre um incidente. É um processo, muito mais do que só monitorar uma variável. Nessa missão, precisamos de ferramentas para nos auxiliar com logs, métricas e traces, e eu vejo 2 (duas) como bem relevantes atualmente: PostHog e Datadog.

Primeiro: o custo. O custo do PostHog é muito mais baixo que o Datadog, pois oferece um limite inicial e uso do plano gratuito que são bem mais generosos. Aconselho dar uma olhada nos sites (links ao final).

O PostHog visa a cultura de Produto e Growth, pois é ideal para times focados em liberar funcionalidades gradualmente por Feature Flags e testar hipóteses em tempo real com testes A/B. Ou seja, foco está na usabilidade e jornada do usuário.

O Datadog é ótimo para identificar e corrigir gargalos técnicos, como rastrear um clique lento no front-end, mapear a chamada de API correspondente e ver exatamente qual linha de código ou banco de dados no back-end causou a lentidão, como também otimizar SEO e tempo de renderização (Core Web Vitals) em detalhes milimétricos. Ou seja, focado em debugar erros técnicos.

Se for usar o Datadog para avaliar comportamento do usuário, ou rastrear automaticamente cliques, inputs e envios de formulários, como por que um usuário abandonou o carrinho de compras, você vai precisar integrar ferramentas externas como Mixpanel. O PostHog é uma plataforma unificada e moderna para isso.

Na documentação de ambas, há registros de avanços que estão sobrepondo as suas diferenças e tornando elas mais parecidas (e completas, eu acredito). Porém, no momento, o público-alvo das duas ainda é bem distinto.

No meu fluxo de desenvolvimento atual, eu prefiro escolher com base na demanda pelo uptime do sistema ou tamanho do negócio. Usar os dois em conjunto seria o ideal, mas pode não ser muito prático. Por exemplo, pra mim faz mais sentido usar o PostHog num negócio pequeno que precisa alavancar a retenção e conversão do público e com tolerância maior a downtime, e usar o Datadog para demanda média-alta com regras mais rígidas de SLO, por exemplo 90% das requisições HTTP ter latência < 500 ms. Depende.

Vou deixar o link das duas ferramentas:

Fico muito feliz se você chegou até aqui. Toma um doce 🍬. Vou deixar minhas redes abaixo caso queira me acompanhar. Bons códigos!

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Primeiro, receba um comentário muito show de bola no seu post. Segundo, pesquise o que diacho é Faro hahah Obrigado pelo comentário agregador e já adicionei na minha pipeline de estudos!

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Toda minha observabilidade é gerenciada por mim usando a stack da grafana

gasto em torno de R$ 1000/mês para manter a stack de observabilidade completa, para milões e milhões de registros.

Se usasse posthog, datadog provavelmente essa conta subiria tranquilamente para 50k/mes (para manter a mesma amostragem atual)