Executando verificação de segurança...
3

[AI]: Spec-Driven Development com Claude Code

Você já passou horas (ou dias) codando uma funcionalidade perfeita, só para ouvir do PM: "Legal, mas não foi isso que eu pedi"? 🤦‍♂️

Esse é o assassino nº 1 de produtividade no software. Não é bug, não é código legado, é construir a coisa errada.

No meu artigo mais recente, mergulhei fundo em como o Spec-Driven Development (SDD), potencializado pelo Claude Code, resolve esse problema de uma vez por todas.

Por que você deveria se importar?

Tradicionalmente, a gente sai codando e "quebrando coisas". No SDD, o fluxo inverte:
1️⃣ Especificar primeiro: Você escreve uma spec enxuta e testável.
2️⃣ Validar: Garante que todos estão na mesma página ANTES de tocar no código.
3️⃣ Implementar com IA: O Claude Code lê a spec e gera o código 10x mais rápido e com zero adivinhação.

O que você vai encontrar no guia:

✅ Fluxo de trabalho completo para projetos Next.js.
✅ Como configurar o CLAUDE.md para que a IA nunca ignore suas regras.
✅ Padrões reais de filtragem, paginação e busca (fuzzy matching).
✅ Testes automatizados gerados diretamente das especificações.

Se você quer parar de desperdiçar tempo com retrabalho e começar a entregar software pronto para produção com a precisão de um cirurgião, esse guia é para você.

👇 Confira o artigo completo no link abaixo!

https://lemon.dev.br/en/blog/spec-driven-development-nextjs

#NextJS #ClaudeCode #AI #SoftwareEngineering #Productivity #WebDev #Coding #SDD #TypeScript #SoftwareArchitecture #Vercel

Carregando publicação patrocinada...
6

Isso tudo soa estranhamente familiar.

A gente passa 30 anos dizendo que waterfall morreu, que documento era veneno, que “especificar demais” matava a inovação. Agile matou isso com força, às vezes com razão, muitas vezes por pura preguiça.

Agora o pêndulo volta, renomeado: SDD.
Mesma ideia básica, outro marketing, agora com IA no meio.

Escrever a spec inteira, validar, depois implementar exatamente aquilo…
desculpa, mas isso é waterfall com autocomplete sim.

O problema nunca foi “especificar antes de codar”.
O problema é especificar mal, congelar cedo demais e fingir que o mundo não muda.

Depois de 30 anos de Agile, a gente deveria saber fazer melhor do que esse falso dilema:

  • ou caos criativo sem contrato
  • ou spec monolítica que vira verdade absoluta

Engenharia madura não é isso.

SDD sem Requirements Engineering é só mais um hype com nome novo.
Bonito, organizado, cheio de .spec.md… e estruturalmente vazio.

Especificação que não tem rastreabilidade não é contrato, é literatura.
Pode ser bem escrita, pode gerar teste, pode gerar código… e ainda assim estar quebrada...

Se você não consegue responder, de forma deterministica:

  • qual requisito deu origem a esse código?
  • qual teste prova que esse requisito foi satisfeito?
  • o que quebra se eu remover isso aqui?

Então sua spec já morreu, só não foi enterrada ainda. Specs apodrecem porque ninguém consegue ver o impacto de mudá-las. RE resolveu isso há décadas. Rastreabilidade não é burocracia. É o único antídoto contra a degradação natural das especificações.

E aqui entra o ponto que separa engenharia de sistemas de prompt engineering: rastreabilidade.

Não é velocidade.

Não é escrever spec antes do código.

É conseguir manter a especificação e a implementação evoluindo juntos, com vínculo explícito, verificável e inevitável.
Qualquer coisa fora disso é teatro.
SDD, do jeito que está sendo vendido, não resolve a parte difícil.

Ele resolve a parte fácil: gerar código obediente a um texto congelado.
Isso é trivial. Isso é automation.
A parte difícil, e que Agile expôs, mas nunca resolveu é:
requisitos mudam depois do código existir, decisões antigas precisam ser revistas, protótipos ensinam coisas que a spec não previa, invariantes precisam sobreviver à iteração.

Sem rastreabilidade, a spec vira ficção. Com rastreabilidade, a mudança vira engenharia. Spec boa não é a que “vem antes”. É a que anda junto, registra desvios, explica por que mudou e quebra o build quando a realidade tenta trapacear.

Nesse ponto, pouco importa se você chama de SDD, Agile ou Waterfall.

1

Massa demais, vou dar uma olhada nesse RE, achei muito interessante o texto! Não quero ser só alguém que dá prompts vazios, com contexto raso, para a IA. Parabéns pelas ideias.

2
1

Seu artigo é bem abrangente. Eu fiquei com uma dúvida em relação aos testes. Quando você diz:

Gere testes a partir da especificação antes de implementar

Pode-se dizer que o desenvolvimento pratica TDD? Não entendi se ocorre alguma interação entre os testes e a implementação como no TDD. Digo, se na implementação chega a ocorrer erros por conta dos testes e a implementação precisa ser ajustada.

Seria algo em cascata (waterfall clássico), testes, depois implementação, e tudo ok e pronto? Ou ele fica ajustando entre um e outro (desenvolvimento agile), codando de forma interativa e incremental.

Cara, dúvida de leigo mesmo. Estou iniciando em IA e vibe coding.