Você está enganado, mas pode me mostrar uma fonte que diga que Clipper é de compilação nativa. A linguagem ser de script e ter compilação nativa são ortogonais, ou seja, uma não elimina a outra. Ele gerava um bytecode (chamado de pcode pela Nantucket) que era colocado no .obj que tinha um pequeníssimo código nativo apenar para encapsular o pcode que era interpretado pela VM, esta sim era nativa (nem poderia ser diferente) em C e sempre igual, inclusive até o Summer 87 era usado o Lattice C e no 5 passou para o compilador da Microsoft.
A descompilação era feita em cima do pcode quando fizeram a engenharia reversa, e gerava um código muito próximo do real, especialmente quando usava apenas a sintaxe do Summer 87.
Funcionava assim desde sempre (Summer 85 - eu usei a primeira cópia vendida no Brasil) e no Aunm 86 começou ter a possobilidade real de usar códigos em C e ASM de forma coinsistente (na Winter 85 tinha algo, mas não edava para usar direito). O Visual Objetcs era nativo, mas nu nca me aprofundei compltamente para ver se n ão tinha uma VM em algumas situações. Ele nasceu morto.
Só para adintar, eu trabalhaei a vida toda com Clipper e Harbour (Harbour tem um experimento abandonado que compila para C e pode criar uma código nativo, mas o código é todo feito com chamadas diretas à vitual machine, o que o torna uma linguagem de script - poderia não ser). Eu semrpe estudei o que poucas pessoas estudavam (quase todo programador de Clipper era ruim, faiam suposições erradas, não entendiam o uso de índices e causavam problemas qe culpavam a ferramenta). Eu tinha acesso privilegiado a muitas informações, eu trabalha com uma pessoa que dominava o baixo nível que me direcionou bem sobre o assunto, fui inclusive beta tester do Visual Objects em uma época que conseguir isso era um enorme privilégio. E conheçõ de perto a VM do Harbour que apesar de ser melhor (tem uma ou outra parte pior), a base funciona quase idêntica ao do Clipper, eu participei da comunidade intensamente durante um período e queria que o experimento citado tivesse qualidade de produção (também queria) que se iniciasse um transição opcional para tipagem estática - teve um início de implementação mas nunca foi adiante).
O Harbour ainda teria uma Vm pelo menos para rodar o GC. E clar oque teria algumas proibições como gerar código com macro ou outro mecanismo (no Harbour). O Clipper e Harbour precisam carregar quase um compilador completo debtro dele se usar macro (ou hb_compile()). No Harnour é possível salvar o pcode em um arquivo ou banco de dados, carregar depois e executar pela VM. No Clipper dava fazendo gambiarra, mas na prática era problemático. No Harbour o ideal era ter um controle de versão do pcode e poder recompilar se não batesse com a versão da atual VM. O pcode do Harbour é completamente incompatível com o do Clipper em qualquer versão.
.>A parte que ficou sem coerência foi esse trecho, pois se você já havia afirmado antes que ele usava Clipper + Assembly, este trecho deu a me entender que ele não usava.
Não foi minha interpretação, mas pode tentar mostrar o que está inconsistente. Antes usava Clipper + Asm e passou usar só C++ na nova versão.