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Gostei muito da separação entre migração de código e migração operacional. Acho que essa distinção evita uma armadilha comum: tratar agente como se fosse só mais uma dependência de frontend ou backend.

Um ponto que eu adicionaria nessa checklist é testar “repetição depois de sucesso parcial”.

Por exemplo: a ferramenta externa respondeu com sucesso, mas o processo caiu antes de persistir o estado local. Esse caso costuma ser mais perigoso do que o erro explícito, porque o sistema não sabe se deve tentar de novo ou parar.

Talvez cada ferramenta com efeito externo precise declarar não só timeout e aprovação, mas também uma estratégia de idempotência.

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