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Post muito bom. A separação entre compilação e execução é um detalhe que muita gente só percebe depois de tratar o compilador como parte confiável do sistema.

Também achei importante você deixar claro que não existe execução completamente segura, só camadas de contenção e redução de impacto. Esse tipo de honestidade técnica aumenta a confiança no projeto.

Uma coisa que eu fiquei pensando: os testes adversariais poderiam virar parte do contrato público do runner?

Por exemplo, cada runtime suportado teria que provar que bloqueia leitura de ambiente, rede, fork bomb, saída infinita e escrita fora do diretório permitido. Isso talvez ajude a evitar regressões quando uma nova linguagem ou runtime for adicionado.

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