Faz sentido. Um cenário que eu imagino é um agente rodando ferramenta de desenvolvimento que conversa com serviços locais ou remotos usando gRPC ou websocket, por exemplo um language server, um serviço interno de busca ou algum runtime que mantém conexão aberta.
Nesse caso, talvez o objetivo não precise ser descriptografar tudo. Só separar bem três estados já ajudaria bastante:
- tráfego inspecionado;
- tráfego permitido mas não inspecionado;
- tráfego bloqueado por política.
Assim o usuário não confunde “não vi nada suspeito” com “eu realmente consegui observar tudo”.