Na verdade, tô indo é na sua direção. Buscando desenvolver algum jogo que gosto, do jeito que eu sempre imaginei. Mas no meu caso, é mais pela jornada mesmo, não tem muito a ver com o pão de cada dia. Mas penso muito, que há ainda muito espaço para a indústria de jogos brasileira se expandir. A questão é realmente essa, entender as mudanças do mercado e ir se adaptando. Tem que ser um modelo sustentável, o que no caso, é onde a maioria das gestões de projeto pecam. Pra aproveitar o hype, tentam criar um jogo da noite pro dia. Aí tem que queimar muito carvão e aumentar o motor para a maria fumaça andar. E por ser muito acelerado, acaba sendo uma ideia/conceito pela metade, que assim quase ninguém vai gostar de jogar. No meu entendimento, jogo é nicho... Não dá pra atirar para todos os lados. Tem que ser completamente pensado e desenvolvido para um público. Se for abrangente demais, fica genérico e ninguém gosta. Acho que seria uma boa você pegar seu conhecimento e investir num studio indie seu. Obviamente não é para largar tudo, é só ir com calma que um dia chega lá
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