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Acho que o diagnóstico mirou no alvo errado.

O software não vai morrer. Quem está no leito de morte é a GUI.

Os botões, os formulários e cia... isso tem os dias contados como o canal entre humanos e sistemas. A linguagem natural será a interface definitiva.

O fato de o usuário não ver a infraestrutura não significa que ela evaporou. Pelo contrário. Esconder essa complexidade exige uma engenharia absurdamente refinada.

O engenheiro de software não vai acabar. Ele só está subindo mais um nível de abstração, exatamente como subiu do Assembly pro C, e do C pros frameworks da moda.

Toda vez que fica mais barato, o mercado não consome menos... ele constrói infinitamente mais. A história prova essa tese em números. Tínhamos cerca de 100 mil programadores de Assembly nos anos 60. Passamos de 2 milhões usando C nos anos 90. E explodimos para quase 40 milhões de devs JavaScript em 2020. A projeção então, para 2050, é seremos quase 1 bilhão de "vibe coders".

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