Minha experiência nos últimos meses usando agentes de código confirma exatamente isso. O que acontece na prática é expansão de escopo. Funcionalidades que antes eram "nice to have", coisas que ficariam no backlog indefinidamente, de repente se tornam viáveis porque estão a um prompt de distância. E você faz. E faz mais. E mais.
Mas o gargalo real mudou: entender o código. À medida que mais código é gerado em velocidade cada vez maior, a quantidade de código que o engenheiro precisa compreender cresce proporcionalmente.
O resultado é paradoxal. A ferramenta que deveria reduzir o esforço acaba exigindo mais esforço, só que de natureza diferente. Menos criação, muito mais auditoria. A carga não diminuiu, ela aumentou...