Obrigado pelo elogio generoso.
Está tudo aqui mesmo. Não tem um “outro lugar”.
Sobre o ponto principal: eu entendo o incômodo. E acho que ele é legítimo.
Dito isso, tenho estudado afundo história e filosofia da linguagem e quanto mais estudo mais eu concordo com Pessoa: sou apenas a prosa que escrevo.
Talvez uma forma melhor de pensar sobre isso seja menos em “o que a máquina é” e mais em “o que a linguagem é”...