Muito bom o post! A sacada de isolar os contextos em subagentes para evitar contaminação é a direção certa...
Mas fiquei com uma dúvida sobre o fluxo. O que exatamente é a "descrição da feature" que você passa para o tdd-test-writer?
No seu exemplo, o comando foi bem enxuto ("adiciona um botão de export CSV no dashboard"), mas o teste gerado já veio com a label exata do filtro ('De'), o nome do botão ('Export CSV') e o padrão do arquivo baixado (/^dashboard-2026-07-01/).
No TDD clássico (humano), a implementação DEVE seguir o teste porque o humano colocou a regra de negócio real ali. Mas no fluxo com IA, se o subagente de teste inventa a spec e o subagente de implementação segue a alucinação só para ficar verde...
Ou seja, ta gastando milhares de tokens apenas para inverter a ordem do problema (passando o "gabarito" da implementação para o teste) ao invés de resolver a ambiguidade da especificação???