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Pitch: PlatusForge: plataforma open-source para devs - Baseware é a primeira solução

Olá, pessoal.

Estou abrindo a PlatusForge para feedback público. É uma plataforma open-source, sob licença MIT, para criar bases de software que normalmente todo mundo reconstrói do zero: autenticação, billing, multi-tenancy, admin e deploy.

A primeira fundação é o Baseware (solução 01), um starter SaaS pensado para produção. A ideia não é vender mais um boilerplate fechado: é deixar uma base auditável, forkável e documentada o suficiente para você — ou sua IA — construir o produto em cima.

Resumo: Express 5 + TypeScript strict + Prisma 7 + PostgreSQL 16 no backend, React 19 + Vite 8 no frontend, auth com MFA, organizações multi-tenant, Stripe por organização, Docker/TLS/CI, testes, docs EN/PT e um AGENTS.md para agentes de IA. Licença MIT, sem assento, chave ou tier.

O problema que me motivou

Todo SaaS novo começa com as mesmas semanas chatas:

  • login, reset de senha, verificação de e-mail e MFA;
  • organizações, convites, papéis e permissões;
  • assinaturas, checkout, portal do cliente e webhooks do Stripe;
  • admin, audit logs e API keys;
  • Docker, TLS, CI/CD e configuração de ambiente;
  • documentação para que outra pessoa consiga mexer sem medo.

Nada disso é o produto, mas sem isso não dá para vender. A PlatusForge existe para transformar essa parte em uma fundação pública e reutilizável.

O que vem no Baseware

O Baseware já inclui os casos de borda que costumam aparecer só depois do lançamento:

  • Auth: e-mail/senha + OAuth Google/GitHub, MFA TOTP com backup codes, access token de 15 minutos e refresh rotativo de 7 dias em cookies HttpOnly/Secure/SameSite, bcrypt custo 12, lockout, rate limit, tokens de reset com hash e uso único, verificação de e-mail e revogação de sessões.
  • B2B: organizações, membros, convites e RBAC como cidadãos de primeira classe — não um campo tenant improvisado.
  • Stripe por organização: Checkout, Customer Portal, webhooks verificados e idempotentes, dunning e trilha de auditoria.
  • Admin e operação: painel administrativo, audit logs, API keys e eventos de uso.
  • Infra: Docker Compose, Dockerfiles multi-stage, Nginx, Traefik com TLS e CI/CD com GitHub Actions.
  • Qualidade: testes Jest, gate de auditoria de segurança, documentação bilíngue (EN + PT-BR) e convenções de código.
  • Frontend: landing, pricing, FAQ, blog, i18n PT-BR/EN e um UI kit simples para montar as telas do produto sem começar do zero.

A stack é Express 5 + TypeScript strict + Prisma 7 + PostgreSQL 16 no backend e React 19 + Vite 8 no frontend. Tudo em Node 24.

Arquitetura em camadas e DI manual

Uma das decisões que mais moldaram o projeto foi manter uma arquitetura explícita:

Route → Controller → Service → Repository (interface) → Implementation

As dependências são ligadas com DI manual, sem container mágico. Isso deixa o fluxo fácil de seguir, melhora os testes e evita que a lógica de negócio se espalhe entre controller, service e acesso a dados.

Também uso kebab-case nos arquivos e Conventional Commits. A intenção é que qualquer dev — humano ou agente — abra o repositório e saiba exatamente onde cada coisa mora.

Uso com IA e economia de tokens

O repositório tem um AGENTS.md como manual de build obrigatório, além de documentação estruturada. A arquitetura definida e a base pronta mudam a economia de contexto:

  • o agente não precisa redescobrir auth, billing, tenancy e deploy;
  • não precisa inventar uma camada nova para cada feature;
  • encontra o padrão de implementação no próprio repositório.

Na prática, isso tende a reduzir o número de tokens por tarefa e o retrabalho. Não é mágica: revisão humana continua sendo necessária. Mas a IA deixa de gastar contexto reconstruindo o básico e passa a trabalhar na regra de negócio.

Custo e licença

O Baseware é MIT:

  • $0 de licença, sem assento, sem chave e sem tier;
  • uso comercial, modificação, distribuição e revenda permitidos;
  • você pode manter o produto derivado proprietário;
  • é preciso manter o aviso de copyright e o texto da licença nas cópias do código;
  • infraestrutura, banco, e-mail, Stripe e seu tempo continuam por sua conta;
  • como toda licença MIT, vem sem garantia.

O ponto principal é não ter lock-in: o código é público, você pode auditar, forkar e continuar dono da sua base.

O que ele não é

Para evitar expectativa errada:

  • não é um SaaS pronto — você ainda define produto, telas e regras de negócio;
  • não é no-code;
  • não é um serviço hospedado nem tem SLA;
  • não substitui uma revisão de segurança específica para o seu contexto.

É uma fundação. Você forka, sobe e constrói em cima.

Como testar

git clone https://github.com/platusforge/baseware.git
cd baseware
cp .env.example .env
# defina JWT_SECRET e DB_PASSWORD no .env
docker compose up --build

Web em http://localhost:5173 e API em http://localhost:3000/health.

Feedbacks

A plataforma está começando e o feedback de devs é a parte mais importante agora:

  • o que te impediria de usar isso em produção?
  • a arquitetura em 5 camadas + DI manual ajuda ou parece burocracia?
  • falta algo crítico em auth, billing ou multi-tenancy?
  • o AGENTS.md está claro o suficiente para a sua IA?

Comentários e issues são bem-vindos. Mais soluções estão sendo construídas em público.

Links:

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Há testes que tentam acessar dados de outra organização pela API e por tarefas em segundo plano? Esses exemplos ajudariam a avaliar o isolamento antes de colocar um produto em cima da base.