[PITCH] O que aprendemos construindo uma loja online para quem vende pelo Instagram e WhatsApp
Muita gente que vende pelo Instagram e WhatsApp resolve tudo no direct: cliente pergunta preço, tamanho, frete, manda Pix, e o vendedor anota em papel ou planilha. Funciona até certo volume, depois vira caos.
Estamos construindo a Cloudmerce para esse público, e alguns aprendizados técnicos e de produto até aqui:
1. Cada loja com domínio próprio muda a arquitetura. Não dá para tratar loja como uma rota /loja/x. Resolvemos o tenant pelo host da requisição em um monorepo Nuxt (storefront, admin, portal). O cuidado principal é cache: uma resposta cacheada não pode vazar de uma loja para outra, então a chave de cache sempre inclui o host, e nunca cacheamos redirects ou erros.
2. Renderizar no servidor a cada visita custa caro. Bots e crawlers geravam boa parte do uso de CPU. Cache com revalidação (SWR) nas páginas públicas e um robots.txt decente reduziram muito o custo, algo essencial para quem quer rodar no plano gratuito de hospedagem enquanto ainda não fatura.
3. O vendedor pequeno não quer configurar nada. O que mais gera atrito é o cadastro inicial: produtos, fotos, descrição. Usamos IA para ajudar a montar a loja e as descrições, mas com limite claro de créditos, para não vender a ideia de "IA ilimitada".
4. Sem mensalidade baixa a barreira. Quem vende pouco não paga um plano mensal antes de saber se vai dar certo. Por isso o plano inicial é gratuito, sem cartão.
Se você vende (ou ajuda alguém que vende) pelo Instagram, dá para ver uma loja de demonstração em https://eronfit.com e criar a sua em https://cloudmerce.com.br.
Feedback técnico ou de produto é muito bem-vindo, principalmente sobre multi-tenant com domínio próprio e cache.
— Equipe Cloudmerce